Publicado por: Alba Bloechliger | 03/08/2009

Quais são as qualificações bíblicas de um pastor?

A Bíblia usa três palavras (em grego) para descrever os homens que cuidam  do rebanho de Deus. Presbíteros (algumas vezes traduzida como   anciãos) são homens de maturidade espiritual e experiência. Eles também são chamados bispos, mostrando que têm responsabilidade por supervisionar uma congregação. O termo pastor também descreve seu trabalho de alimentar, proteger e cuidar do rebanho de Deus. No tempo da igreja primitiva, estas não eram três posições distintas, mas três palavras usadas para descrever os mesmos homens (veja Atos 20:17,28). O modelo bíblico é que cada igreja local tenha uma pluralidade de homens servindo deste modo para cuidar e guiar as ovelhas (Atos 14:23; Filipenses 1:1; Tito 1:5).

Leiamos as qualificações que o Espírito Santo revelou:

“É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar;  não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento;  e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?);  não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo” (1 Timóteo 3:1-7).

“…Alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados. Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância; antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si, apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem” (Tito 1:5-9).

Esses textos usam palavras fortes (”necessário” e “indispensável”) para mostrar que um homem tem que possuir todas estas qualidades para servir como pastor. Não temos direito de escolher ou aceitar homens não qualificados como pastores.

-por Dennis Allan

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Responses

  1. Esta tudo muito certo mas o que de facto tornava os bispos, bispos, e os presbíteros, presbíteros, na igreja primitiva que Jesus fundou sob o primado de Pedro, não eram as funções que eles exerciam na comunidades, mas os poderes que recebiam de Cristo através dos apóstolos quando estes os reconheciam dignos de tal,e lhes impunham as mãos transmitindo-lhes o Espírito Santo. Como a Bíblia refere que faziam.

    De quem receberam os pastores e presbíteros das inúmeras Igrejas que todos os dias surgem, os respectivos poderes e autoridade?

    Certamente não será dos bispo da verdadeira Igreja de Cristo porque é inimaginável que algum deles pudesse validamente transmitir esses poderes para alguém não pertencente à verdadeira Igreja de Cristo.
    Teria que prestar severas contas a Cristo por tal atitude.

    Assim sendo, nem todas a Igrejas são verdadeiras Igrejas de Jesus Cristo: Nem todos os seus pastores e bispos, possuem, de facto, os poderes que Cristo deu aos seus discípulos para em seu nome ensinarem, baptizarem, perdoarem pecados e transubstanciarem o pão e o vinho no verdadeiro corpo e sangue de Cristo, para o poderem distribuir aos crentes a fim de que estes, unidos intimamente a Cristo da forma como Ele mandou que fizessem, possam com Ele aceder à salvação e à vida eterna.

    Sem terem recebido o Espírito Santo, esses falsos pastores, presbíteros e bispos, não podem legitimamente intitular-se como tal nem ensinar em nome de Jesus Cristo. Como não poderiam se vivessem no tempo dos apóstolos.

    Não é a Bíblia, interpretada ao bel-prazer de cada um que dá autoridade aos pastores e bispos para ensinarem em nome de Jesus Cristo. A autoridade recebida de Cristo, quando o Espírito Santo lhes é transmitido por quem tem o poder de o fazer – os verdadeiros bispos – é que lhes confere autoridade para validamente ensinarem a doutrina de Jesus Cristo, em seu nome, e não quaisquer falsas teorias de origem humana, ainda que inventadas a coberto da Bíblia.

    É claro que os falsos pastores, presbíteros e bispos, que não podem legitimamente ensinar em nome de Cristo, muito menos podem baptizar, em nome de Jesus Cristo. Por isso o seu baptismo é inútil: não é o baptismo essencial à salvação que Jesus Cristo exigiu.

    E se esses pastores, presbíteros e bispos, ainda que saibam a Bíblia de cor, não podem legitimamente designar-se como tal, ensina e baptizar, ainda menos podem perdoar pecados ou transubstanciar o pão e o vinho no corpo e sangue de Cristo, para o poderem distribuir aos crentes, a fim de que estes, unidos intimamente a Cristo, com Ele possam ter acesso à ressurreição e à vida eterna.

    Valha verdade que nem sequer acreditam em tais poderes. Mas como é indesmentível que Cristo os deu aos seus discípulos, porque isso vem claramente na Bíblia, o mínimo que se pode dizer desses falsos pastores, bispos e presbíteros, é que de facto não acreditam em Jesus Cristo. Porque acreditar em Jesus Cristo é acreditar em tudo o que Ele disse, fez e mandou que se fizesse. Da forma que Ele mandou e não de outra qualquer forma. Aliás, se acreditassem verdadeiramente em Cristo, buscariam humildemente a verdadeira Igreja que Ele fundou, em vez de permanecerem em falsas Igrejas. Procurariam o caminho estreito e difícil que conduz á salvação e não o caminho largo e fácil que conduz á perdição.

    Daqui se conclui que esses pastores não podem salvar-se nem conduzir à salvação aqueles que acreditam nos seus falsos ensinamentos. São cegos que conduzem outros cegos: todos acabarão num barranco: o inferno.

    Quando no juízo final, implorarem a Cristo:

    Senhor, Senhor, não profetizámos em teu nome? e em teu nome não expulsámos demónios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?

    Ele lhes dirá:

    Nunca vos conheci;
    Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. Mt, 7; 22-23)

    E com razão: porque não há maior iniquidade do que, através de falsas palavras e teorias, e através de uma falsa autoridade, não fundada em Jesus Cristo, levar outros seres humanos a perderem o maior dos bens: a vida eterna.


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