Publicado por: Alba Bloechliger | 21/08/2009

A teoria da evolução é fato comprovado?

A teoria da evolução é apresentada com tanta confiança que muitos acreditam que seja mais do que teoria. Livros didáticos, revistas e programas científicos na televisão dão a impressão que todos aceitam essa teoria como a única e mais adequada explicação das origens da vida, inclusive da vida humana.

Se a teoria da macro-evolução for um fato comprovado, a Bíblia seria absolutamente falsa, pois ela afirma que Deus criou o universo e tudo que nele há (Atos 17:25-28; Hebreus 11:3). A nossa fé seria vazia e sem valor, pois a teoria da evolução contraria os princípios fundamentais das Escrituras e até nega a existência de Deus.

Essa teoria, que domina e limita o pensamento de muitos cientistas hoje, nunca foi e jamais será comprovada. Há mais de 2.000 anos que alguns filósofos sugeriram algumas teorias da evolução. Nos últimos 200 anos, as idéias propostas por Charles Darwin têm se tornado artigos de fé que servem como a base da religião de muitos na comunidade científica. Mas são teorias e interpretações, não fatos. Nem todos os cientistas professam fé na evolução. Lynn Margulis, professora emérita de biologia na Universidade de Massachusetts diz que a história, futuramente, julgará o neodarwinismo uma “pequena seita religiosa do século XX, dentro da fé religiosa geral da biologia anglo-saxônica”. Ela, como muitos outros cientistas, reconhece a falta de provas apoiando a teoria da macro-evolução.

A noção de macro-evolução (ninguém nega a micro-evolução, pequenas mudanças em organismos já existentes) sugere que a vida surgiu e se desenvolve por acaso, sem ação inteligente. Até hoje, nem provas científicas, nem evidências arqueológicas irrefutáveis foram apresentadas para sustentar essa explicação. Os proponentes da teoria ficam cada vez mais frustrados. Darwin achou que mais pesquisas e o desenvolvimento tecnológico forneceriam as evidências que faltavam na época dele. Aconteceu ao contrário. Quase dois séculos passaram, e as evidências mostram mais e mais a fraqueza da sua teoria. G. A. Kerkut, bioquímico inglês e autor do livro As Implicações da Evolução, admitiu que “a evidência que apóia [a teoria da macro-evolução] não é forte o bastante para nos permitir a considerá-la mais do que uma hipótese funcional”. Jerry Coyne, do Departamento de Ecologia e Evolução da Universidade de Chicago diz: “Concluímos – inesperadamente – que há poucas provas que sustentam a teoria neodarwiniana: seus alicerces teóricos são fracos, assim como as evidências experimentais que a apóiam”.

A Bíblia não menciona a teoria da evolução, mas apresenta como fato a criação por Deus. A explicação bíblica, também, fica fora dos limites dos laboratórios científicos. A grande maioria dos seres humanos olha para a evidência ao seu redor e aceita, por fé, a idéia de criação por Deus: “Porque os atributos invisíveis de Deus” são “percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Romanos 1:20). A nossa fé é bem colocada, e nada teme da investigação científica. E a fé dos evolucionistas? “Diz o insensato no seu coração: Não há Deus” (Salmo 14:1).

-por Dennis Allan

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Responses

  1. GRANDE MANUEL!

    È exatamente nisto que você muito bem escreveu acima que as pessoas devem se prenderem. Deixa estes evolucionistas que vão quebrar a cara logo, logo. Eles não tem a coragem e ombridade de admitir o evidente fracasso. Mas, as coisas estão sendo esclarecidas a cada dia e aquilo que foi de encontro com as coisas de Deus, será descoberto ainda nesta década, pois a cada dia a prórpia ciência irá se autodeclarar.

    abraço!

    quevedo

  2. A Bíblia não se destina a explicar cientificamente a existência e funcionamento do universo, nem isso é necessário para aceder à vida eterna. Isso é reconhecido há séculos desde que a Igreja Católica, erradamente, quis impor, com base na Bíblia, que era o sol que andava em volta da terra e não o contrário.

    O que os cristãos devem preocupar-se é em cumprir aquilo que Cristo mandou, da forma que Ele mandou e não de outro qualquer modo.
    O que os cristãos devem preocupar-se, é em saber a origem da Igreja em que militam; saber se ela teve origem nalgum falso profeta ou é a verdadeira Igreja fundada por Jesus Cristo há 2000 anos tendo o apóstolo Pedro como chefe.
    Pois só os ministros dessa Igreja, depois de preparados por Cristo durante os três anos da sua vida pública, foram enviados pelo mundo com os poderes de ensinar, baptizar, perdoar pecados, transubstanciar o pão e o vinho no verdadeiro corpo e sangue de Cristo e formar novos ministros através da imposição das mãos e transmissão do Espírito Santo. Só com os ministros da sua verdadeira Igreja, Jesus está, porque prometeu estar até ao fim do mundo. Acontecesse o que acontecesse. Fossem quais fossem os erros que a sua Igreja cometesse. (Mt. 28; 20)

    No juízo final, os ministros das falsas Igrejas, hão-de de dizer: “Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizámos, em teu nome que expulsámos os demónios e em teu nome que fizemos muitos milagres?” E, então, dir-lhes-ei: “Nunca vos conheci; afastai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade”» (Mt 2, 22-23).

    É com isto ou seja, em saber se a sua Igreja é verdadeira ou falsa, que os cristãos devem preocupar-se e não em saber se aquilo que Bíblia diz da criação do mundo é real ou simbólico. Porque se os crentes não militarem na verdadeira Igreja de Cristo, sem os meios que Cristo proporcionou aos seus discípulos quando os enviou pelo mundo, dificilmente podem alcançar a vida eterna. Por muito que leiam a Bíblia, pois não é a Bíblia que salva.

    Quem salva é Jesus Cristo. Mas só salva quem cumpre a sua vontade e faz o que Ele mandou, da forma que Ele mandou. E não de outra qualquer forma. Crer em Jesus Cristo é aceitar o que ele ensinou e fazer o que Ele mandou.

    Fora da verdadeira Igreja de Cristo: sujeitos a falsos ensinamentos; sem um baptismo válido; sem poderem obter o perdão dos pecados, e sem poderem unir-se a Cristo, comendo o seu corpo, os crentes não poderão ter acesso à vida eterna. “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Jo 6; 53-60)

    Se fosse possível obter a vida eterna sem ser da forma como Cristo disse, se por exemplo, qualquer um pudesse obter o perdão dos pecados por simples arrependimento e por pedir directamente perdão deles a Deus, e não aos seues enviados, Jesus não precisava de vir ao mundo nem dar aos seus enviados o poder de perdoar pecados.

    Quanto à origem e criação do mundo, como diria Jesus Cristo: “A César, (ou seja, ao poder, à ciência, ao mundo) o que é de César, e a Deus o que é de Deus!” Quem fizer aquilo que Cristo mandou da forma que Ele mandou, não deixará de ter a vida eterna, só por não acreditar que a criação do mundo ocorreu da forma exacta referida na Bíblia.


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